Futebol

‘No Brasil não se critica o jogador, se mata o jogador’

Johnny Cangirana

Abel Ferreira depois o título Paulista: ‘No Brasil não se critica o jogador, se mata o jogador’

Posteriormente o titulo do Campeonato Paulista, Abel Ferreira falou a prelo ainda na sala de prelo do Allianz Parque. Em tom ligeiro depois a vitória de 2 a 0 sobre o Santos falou sobre os méritos de sua equipe citando nomes porquê Weverton, Flaco Lopez e Endrick.

No inicio da coletiva Abel falou um pouco sobre se igualar com Oswaldo Brandão porquê o Técnico com maior numero de títulos pelo Palmeiras, com 10 Troféus: ‘Vencer não é a única dificuldade, mas também mourejar com as expectativas impostas por vocês (Prelo), eu procuro desmontar essa expectativa para que os jogadores a entendam, pois é muito fácil fabricar expetativas e a entregar a outros. Nossos jogadores conseguem mourejar muito com esses momentos de pressão. Mostro a eles que precisamos estar ligados no que controlamos, o que sabemos fazer. Eles as vezes estão nota 10, as vezes 8, as vezes 5, por isso pedi a eles que tivessem nota 7 a partida inteira, com consistência, porque na Vila Belmiro estivemos a grave do nosso normal e por isso pedi para eles hoje a melhor versão deles. Não posso deixar de primar o Santos, uma equipe experiente, batida com um treinador extremamente competente, que sabia o que veio fazer, uma equipe que fez boas transições, pois é mal se joga no futebol paulista, uma equipe que nos estudou muito muito, o Guilherme fez uma óptimo partida, nos dando trabalho cá e lá. O Weverton hoje foi nota 10, ele soube mourejar com as criticas com muita maturidade, ele foi criticado, não por mim, nem pelos colegas, mas pela prelo, pois quando jogamos muito nos elogiam e quando jogamos mal somos criticados. Sobre a pergunta, me emocionou muito mais o que a torcida fez a mim, meus jogadores e a minha percentagem técnica, naquele momento meu coração transbordou de paixão, foi lindo o que eles fizeram para mim e minha percentagem. Obrigado de coração.’


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Ao ser perguntado sobre a pressão que o bom futebol apresentado pelo lhe motivo, Abel afirmou: ‘Primeiro, a anseio que esta equipe tem e míngua de continuar ganhando títulos, segundo, o reverência que eles têm pelas decisões do treinador e o reverência que eles têm entre eles, terceiro ,o bom envolvente que se vive dentro do nosso clube, dentro do nosso elenco,, eles sabem que quem quem não gostar de estar tem a porta oportunidade, pode escolher outro clube, nós não prendemos ninguém, queremos jogadores que fiquem cá, os que estão cá, estão porque querem estar cá. Simples que é difícil de manter leste sarrafo de forma consistente que nós temos feito, sinceramente eu acho que o grande valor desta equipe é fascinar quando ganha, nem se vencer quando perde, foi o caso da rota para o São Paulo. O importante é que estar de consciência tranquila, que demos o melhor que podemos a cada jogo, mesmo no jogo na Vila Belmiro que não foi um grande jogo, sei que os meus jogadores deram aquilo que podiam, nos preparamos para esta final voltando (da Argentina) na quinta-feira preparamos sexta e sábado. Acho que os jogadores estão comprometidos, o Luan que fez um campeonato luminoso, o Rocha que fez uma um campeonato paulista óptimo, o Zé (Rafael) que está jogando com um sacrifício tremendo. Estamos todos de parabéns pelo trabalho que fizemos, agora é restaurar rapidamente. Infelizmente cá não dá tempo nem para chorar quando perdemos, nem para festejar muito quando ganhamos, porque daqui a três dias estamos cá outra vez e e tudo começa de novo.’

Perguntado sobre as alterações táticas entre a primeira e a segunda partida da final, Abel disse: ‘ O Luan e o Gomes são jogadores diferentes, o Gomes é um jogador muito mais disponível, para o galeria, pra fazer coberturas, é um jogador mais concentrado, mais cerebral que nos consegue dar uma saída de jogo melhor. Tecnicamente precisávamos igualar, quem estava marcando o Guilherme? Era o Gomes. Quem estava marcando o Guilherme era o Gomes, e o Gomes é mais expediente é mais rápido e marca melhor. O Zé, vocês não sabem, ele tem tido muitas dores nas costas, tem tido problemas físicos, e ele um jogador físico, é um jogador que depende da forma física, nem sequer o levamos para para para para a Argentina. Jogamos em um 3-3-4, 3 detrás para 3, 3 no meio, médios com médios e 4 na frente, 4 para contra 4. O treinador do nosso opoente fez um 4-2-4 com os laterais, pois os laterais para jogar para a frente, e os pontas para dentro. Acho que a nossa opoente foi um óptimo finalista, nos deu muito trabalho. Parabéns aos Santos pelos dois grandes jogos que fez contra o Palmeiras e tenho certeza absoluta, que se eles mantiverem esta competitividade e leste ritmo, ano que vem estarão outra vez na série A.’

Ao ser perguntado sobre Flaco Lopez, ele interrompeu o jornalista que faz a pergunta dizendo: ‘ É que cá matam os jogadores, não criticam Matam, no sentido de que a sátira é branda para aquilo que fazem com os jogadores cá no Brasil, e não é só no Palmeiras, não. No Brasil, o jogador que consegue ser possante mentalmente, joga em qualquer campeonato do mundo, fácil. Cá se um jogador omissão em um gol debaixo das traves, vocês o tratam porquê se ele fosse o vilão da história, mas nós não tivemos outros 80 minutos para ir detrás do resultado? Não tem mais 11 dentro de campo? não tem o treinador? Eu não aceito que se faça de um jogador um herói e não aceito que se faça de um jogador vilão, isso tem um impacto mental nos jogadores, cá não criticam, matam um jogador mentalmente, é uma frase possante, mas é esse mesmo o termo matam um jogador mentalmente.’

Ao finalmente responder a pergunta sobre o Faco Lopez, Abel disse:’ Nós temos ter paciência com esses jogadores. Às vezes fazem piada deles, dizendo que tem de jogar o Breno, tem que jogar o Estevão ver que jogar. O Caio é o outro que as pessoas têm que ter paciência porque é um belíssimo jogador, que está se habituando a vivenda novidade. Existem treinadores que gostam de ter jogadores prontos, Já a minha missão porquê treinador é isso. Se eu chegar ao final de uma temporada e eles não aprenderem zero comigo, eu estou cá sem fazer zero. Simples que se perguntar aos torcedores, eles querem que eu seja vencedor mas é preciso ter paciência com aqueles meninos, eles vão errar nós vamos corrigi-los, vamos ajuda-los a crescer porquê fizemos com o Endrick, sabe onde ele eatá agora?
Tá no Real Madrid, ajudando a Seleção Vernáculo brasileira, ajudando o Palmeiras a lucrar títulos.



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