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Manifestantes pró-palestinos bloqueiam Golden Gate em San Francisco

ROBYN BECK

Manifestantes participam de protesto ‘Greve por Gaza’, pedindo um cessar-fogo permanente no conflito entre Israel e Hamas, em Los Angeles, em 15 de abril de 2024

Robyn BECK

Manifestantes pró-palestinos bloquearam, nesta segunda-feira (15), a Golden Gate, icônica ponte em San Francisco, Califórnia (oeste dos Estados Unidos), onde imagens aéreas mostravam todo o trecho em um sentido engarrafado, enquanto as faixas do sentido contrário estavam livres.

Aparentemente, o protesto fazia secção de um dia coordenado de ação direta, organizado em várias cidades do mundo para pedir um cessar-fogo na guerra de Israel em Gaza.

Os manifestantes que bloquearam o tráfico exibiam cartazes com a matrícula “Parem o mundo por Gaza”.

O grupo de protesto A15 Action disse que estava coordenando um “bloqueio em várias cidades (…) em solidariedade à Palestina”. Seu site na internet reportou ações planejadas em locais tão distantes quanto Cidade do México, Cidade Ho Chi Minh, Sidney, Atenas, Novidade York e Joanesburgo.

“Em cada cidade, identificaremos e bloquearemos os principais pontos nervosos da economia, centrando-nos nos pontos de produção e circulação com o objetivo de provocar o maior impacto econômico”, afirmou o grupo no portal.

Na primeira hora desta segunda-feira, um protestou interrompeu uma rodovia em direção ao aeroporto internacional O’Hare, em Chicago.

O protesto desta segunda na Golden Gate ocorreu enquanto o Oriente Médio enfrenta um de seus momentos mais difíceis dos últimos seis meses, depois que o Irã lançou um ataque alheado em larga graduação contra Israel durante o termo de semana.

O ataque foi repelido em grande medida por Israel, com a ajuda de aliados, uma vez que Estados Unidos e Reino Unificado.

Israel lançou uma ofensiva em Gaza em outubro pretérito posteriormente tolerar um ataque sem precedentes de militantes de Hamas que causou a morte de 1.170 pessoas, em sua maioria civis, segundo números israelenses.

Desde logo, morreram em Gaza mais de 33.000 pessoas, a maioria mulheres e crianças, segundo o ministério da Saúde do território governado pelo Hamas.

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