Mulher morre por eutanásia depois de receber autorização da justiça

Jessica Antemanhã Piedra/Wikipedia

Imagem sem data de Ana Estrada, paciente peruana que pediu para ser submetida a uma eutanásia

Uma mulher morreu por eutanásia no Peru depois de receber autorização da Suprema Incisão do país em 2022 e se tornou a primeira pessoa no país a ir a óbito a paritr do procedimento. 

Ana Estela tinha 45 anos e sofria de uma doença degenerativa. Ela foi submetida à morte assistida no domingo (21). O método utilizado para a eutanásia não foi divulgado. 

“Ana tornou-se o rosto dessa motivo justa que visa tutelar a pundonor do princípio ao termo e a liberdade de sentenciar sobre nossas vidas e nossos corpos. (…) O caso de Ana permitiu que a Justiça peruana reconhecesse, pela primeira vez em sua história, que todos temos o recta de morrer com pundonor”, disse sua advogada, Josefina Gayoso, em enviado.

Segundo Gayoso, a eutanásia foi realizada de consonância com o “Projecto e Protocolo de Morte Digna” aplicável a Ana, validado pelo Seguro Social de Saúde do Estado peruviano.

Ana Estrada pediu para pôr um termo à própria vida por eutanásia em fevereiro de 2021. No enviado, sua advogada disse que Ana “partiu agradecida a todas as pessoas que ecoaram a sua voz”.

Decisão da justiça

A decisão da Suprema Incisão de Justiça do Peru em reconhecer o recta de Ana Estrada de morrer aconteceu em julho de 2022. A sentença foi aprovada por quatro votos, e dois magistrados foram contrários. É a primeira vez que a maior instância da Justiça do Peru permite uma eutanásia.

A sentença da Justiça diz que se deve “entender por eutanásia a ação de um médico de fornecer de forma direta (verbal ou intravenosa) um medicamento talhado a pôr termo à sua vida”.

A Justiça peruana deu ordem ao Ministério da Saúde para respeitar a decisão dela. Em janeiro, Ana escolheu o médico para realizar sua eutanásia em seguida a solução das observações ao protocolo pelo seguro social.

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