ECONOMIA

Orçamento tem ‘zero espaço’ para baratear conta de luz, diz secretário

Filial Brasil

Veja dicas para reduzir a fatura no término do mês

O secretário do Tesouro Pátrio, Rogério Ceron, afirmou que não há espaço no Orçamento Federalista para subsidiar a conta de luz, uma vez que estuda o governo federalista. 

“O orçamento fiscal já tem zero espaço para acomodar despesas novas relevantes. Não se trata de valor, não é uma discussão se é legítimo ou não. O orçamento público está já bastante tensionado, já tem milénio e uma demandas já existentes, que demandam zelo e zelo”, declarou Ceron em entrevista ao g1 e à TV Orbe publicada nesta segunda-feira (22).

Os subsídios são segmento importante da tarifa de força elétrica e têm pesado cada vez mais nos reajustes, elevando o preço final para o consumidor. 

Eles são reunidos na Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que deve custar R$ 37 bilhões em 2024, sendo que R$ 33 bilhões são pagos pelos clientes.

Tanto o ministro de Minas e Robustez, Alexandre Silveira, quanto entidades do setor elétrico afirmam que a opção de incluir o CDE no Orçamento Federalista baratearia a conta de luz. 

A hipótese foi cogitada no início de abril em reunião com o ministro da Quinta, Fernando Haddad, e representantes da Lar Social. 

Silveira teria sugerido a proposta de transferir essas despesas para o Orçamento, retirando o gasto do limite estabelecido pelo tórax fiscal.

Segundo Ceron, porém, há a possibilidade de o efeito da medida ser contrário ao que espera o governo, ou seja, a conta de luz pode permanecer ainda mais rostro.

“Porquê a verdade do dia de hoje mostra, o país vive um estabilidade muito tênue, portanto qualquer rumor, seja de fora ou interno, gera consequências imediatas sobre todos os indicadores uma vez que sobre o câmbio. E o câmbio gera inflação, que afeta a população de menor renda. Certamente não é o objetivo de nenhum gestor público tomar qualquer medida que vai afetar diretamente a população”, disse.

Contexto

Por meio de uma medida provisória, o governo tenta diminuir as tarifas de força no pequeno prazo, no entanto, o impacto pode ser negativo no longo prazo, pesando ainda mais para o bolso do consumidor.

Pensando nisso, o Planalto realizou um encontro, com a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com especialistas do setor, para buscar alternativas para reduzir a tarifa.

Três fatores têm contribuído para o aumento nas tarifas:

  • O prolongamento dos subsídios suportados pelos consumidores;
  • O dispêndio associado à compra de força;
  • Os investimentos necessários em infraestrutura de transmissão.

Só em 2024, os consumidores terão de desembolsar R$ 32,7 bilhões, representando 12,5% da fatura de força elétrica dos brasileiros. Esse valor será talhado ao financiamento de políticas públicas do setor, incluindo a implementação da tarifa social e novas fontes de força renovável.

O dispêndio associado à contratação de força está relacionado aos acordos firmados pelas distribuidoras com as usinas fornecedoras. No mercado regulado, que engloba consumidores residenciais, rurais, pequenos comércios e outros, os consumidores arcam com valores mais elevados pela força. Fontes uma vez que as termelétricas, mais caras e poluentes, são usadas em período de baixa geração energética, encarecendo a conta.

Já os investimentos em transmissão representam os gastos relacionados à construção das linhas de transmissão, responsáveis por transportar a força gerada pelas usinas, as famosas “torres” de força. Com o incentivo em força solar e eólica, crece o dispêndio de transmissão, também repassado aos consumidores na tarifa.

Dicas para forrar na conta de luz

Diante desse cenário, veja dicas para reduzir sua fatura no término do mês:

  1. Utilize lâmpadas LED: Elas consomem menos força do que as lâmpadas tradicionais e têm uma vida útil mais longa.
  2. Desligue aparelhos não utilizados: Desligue equipamentos eletrônicos, uma vez que TVs, computadores e carregadores, quando não estiverem em uso. Mesmo em modo de espera, esses aparelhos ainda consomem força.
  3. Aproveite a luz procedente: Abra as cortinas e persianas durante o dia para aproveitar a luz do sol e reduzir a premência de iluminação sintético.
  4. Use eletrodomésticos eficientes: Ao comprar novos eletrodomésticos, escolha modelos com classificação energética A ou superior, que consomem menos força.
  5. Evite penetrar a geladeira frequentemente: Furar e fechar a geladeira com frequência faz com que ela consuma mais força para manter a temperatura interna estável.
  6. Lave roupas com chuva fria: Opte por lavar roupas com chuva fria sempre que provável, pois isso reduzirá o consumo de força do seu aquecedor de chuva.
  7. Instale um termostato programável: Um termostato programável permite que você ajuste a temperatura da sua lar maquinalmente, reduzindo o uso desnecessário de aquecimento e refrigeração quando não estiver em lar ou durante a noite.
  8. Faça manutenção regular: Mantenha seus aparelhos e sistemas de ar condicionado e aquecimento muito conservados e faça manutenção regularmente para prometer que estejam funcionando de maneira eficiente.

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