ECONOMIA

‘Não esqueci da picanha’, diz Lula sobre reduzir o preço da carne

Fabio Rodrigues-Pozzebom/Escritório Brasil – 23/04/2024

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebe jornalistas em moca da manhã no Palácio do Planalto

O presidente  Luiz Inácio Lula da Silva
(PT) afirmou que deseja reduzir ainda mais o valor da mesocarpo bovina. Em conversa com jornalistas, nesta terça-feira (23), no Palácio do Planalto, o gerente do Executivo relembrou uma de suas promessas de campanha
ao se comprometer a subtrair o preço do quilo da picanha
e da cerveja. 

“Eu não esqueci da cervejinha e da picanha. Eu ainda falo até hoje. O preço da mesocarpo já baixou, mas tem que subtrair muito mais. Tudo isso está no nosso programa”, declarou Lula. 

“Já fizemos a desoneração do Imposto de Renda até dois salários mínimos. Tenho compromisso de fazer até R$ 5 milénio até o termo do meu procuração, e vou fazer”, acrescentou o presidente, recordando de outra promessa eleitoral. 

Em quase um ano e meio de procuração, o petista conseguiu subtrair o valor da mesocarpo, mas vem sofrendo críticas pelo aumento no preço das frutas, legumes e verduras. Quanto ao IR, o aumento na filete de isenção foi confirmado no Senado na semana passada e guiado à sanção presidencial. 

Outros temas

No encontro com jornalistas, Lula também disse que não irá dispensar o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates
, em seguida entreveros com membros de seu governo. Apesar de reconhecer divergências com Prates, ele minimizou o caso. 

Aliás, Lula também defendeu seu veto em relação à segmento que proibia as saídas temporárias de presos em regime semiaberto, no projeto publicado porquê “saidinhas”. “A família quer ver o faceta que tá recluso. Logo, eu segui a orientação do Ministério da Justiça e vetei. Vamos ver o que vai sobrevir se o Senado derrubar, ou melhor, se o Congresso derrubar. É um problema do Congresso. Eu posso lamentar, mas eu tenho que obedecer, tá?”, afirmou.

Por termo, Lula ainda minimizou o atrito com Arthur Lira, presidente da Câmara dos Deputados, e a dificuldade na fala. “Todas as coisas vão ser aprovadas e todas as coisas serão acordadas com a presença do líder do governo na Câmara, do líder do governo no Senado, no Congresso, com os ministros que são os ministros responsáveis pela material, com a participação obviamente da Mansão Social e do Ministro da Pronunciação Política. Isso vai sobrevir, portanto, não tem nenhuma divergência que não possa ser superada.”

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