7 erros comuns ao buscar um emprego

Conseguir uma vaga de ocupação requer preparo e resiliência (Imagem: LookerStudio | Shutterstock)

7 erros comuns ao buscar um ocupação

A procura por ocupação é um repto geral enfrentado por muitos brasileiros, mormente em tempos de instabilidade econômica. Ela exige preparo e resiliência, com os candidatos continuamente ajustando seus currículos, aprimorando as habilidades e mantendo-se atualizados sobre as demandas do mercado.

Durante essa procura, no entanto, é geral que os candidatos cometam alguns erros, o que pode ser muito prejudicial para a conquista da vaga desejada. A seguir, veja os principais equívocos e uma vez que evitá-los:

1. Não personalizar o currículo 

Um dos erros mais comuns é enviar o mesmo currículo para diferentes vagas. Personalizar o currículo para cada oportunidade aumenta as chances de ser notado. Muitos candidatos falham ao não destacarem habilidades específicas relacionadas ao missão, o que pode passar a sensação de desinteresse ou falta de foco. O ideal é sempre adequar o documento para os requisitos da vaga. 

2. Subestimar a preço da missiva de apresentação 

Deixar de enviar uma missiva de apresentação ou fabricar uma genérica demonstra falta de dedicação. Esse documento é a oportunidade de explicar por que você é o candidato ideal, destacando experiências nas quais o currículo não se aprofunda. Personalizá-la para a empresa e função pode diferenciá-lo dos concorrentes. 

Para ortografar uma boa missiva de apresentação, um dos pontos principais é ser curto. “A brevidade é crucial em uma missiva de apresentação. Pessoas recrutadoras têm pouco tempo e muitas candidaturas para explorar. Ressaltar informações essenciais em uma única página facilita a leitura e valoriza a eficiência da pessoa candidata”, explica Gianpiero Sperati, CHRO da Gupy, empresa de recrutamento e seleção. 

3. Provar falta de preparo para entrevistas 

Chegar despreparado para uma entrevista, sem saber a empresa, é um erro grave. Provar ignorância sobre a organização ou hesitar em responder pode transmitir falta de interesse ou comprometimento. A preparação é fundamental para suscitar uma boa sensação.

“Pesquise sobre a empresa, sua missão, valores e principais produtos. Isso demonstra interesse e preparo. Respeitar o horário do entrevistador, vestir-se de maneira adequada e cuidar da postura são detalhes que fazem a diferença”, pontua Patrícia Rios, gerente de Pessoas & Cultura da Tecnobank. 

4. Focar somente vagas anunciadas 

Concentrar-se exclusivamente em vagas divulgadas publicamente limita as chances de sucesso. Muitas oportunidades de ocupação não são anunciadas, ficando restritas à procura ativa por empresas. Enviar currículos espontaneamente pode perfurar portas inesperadas. 

5. Não manter o networking ativo 

Outro erro é olvidar de cultivar uma rede de contatos profissional. O networking é uma utensílio poderosa na procura por ocupação, mas muitos negligenciam essa prática até estarem desempregados. Participar de eventos, workshops e manter contatos ativos aumenta as chances de ser recomendado para uma vaga. 

“A internet facilita a procura, mas não podemos olvidar dos nossos contatos pessoais e profissionais. Informar amigos e colegas sobre a disponibilidade para novas oportunidades pode gerar indicações valiosas”, observa Patrícia Rios. 

6. Não investir em aprimoramento contínuo 

Acomodar-se e não buscar aprimoramento metódico pode ser um empecilho. O mercado de trabalho está em metódico evolução, e quem não acompanha as mudanças costuma ser deixado para trás. Atualizar-se com cursos e novas competências é principal para se manter competitivo. 

7. Negligenciar da imagem on-line 

Ignorar a presença do dedo é outro erro frequente. Perfis desatualizados ou inadequados nas redes sociais, mormente no LinkedIn, podem comprometer a procura por ocupação.  

“Mantenha uma imagem profissional nas redes sociais; muitas empresas avaliam as redes de seus candidatos. Evite publicações controversas ou inadequadas e, se verosímil, se posicione no LinkedIn, siga especialistas, interaja em publicações, mas sempre, de forma consciente”, recomenda Gabriel Gatto, consultor e perito em RH.

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